Neste artigo profundo, exploramos a jornada de Agostinho no Livro 4 de "Confissões" e sua perigosa queda nas artes divinatórias da astrologia. Analisamos como o desejo humano de transferir a culpa para os astros afasta o cristão da responsabilidade moral e da soberania de Deus. Vivemos em uma era onde o esoterismo e o "espiritualismo sem Cristo" crescem assustadoramente, infiltrando-se até mesmo nos círculos evangélicos. É hora de retornar à suficiência das Escrituras e entender por que a confiança nas estrelas é, em última análise, um ato de rebeldia contra o Criador.
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